28/02/12

VTEX cresce 100% em 2011 e espera alcançar faturamento de R$ 28 milhões em 2012

Durante o ano, empresa chegou ao número de mais de 140 clientes ativos, incluindo a conquista de grandes marcas, como Daslu, Schumann, Loungerie, Chilli Beans, Paquetá, Eletrocity, Marabraz, Brooksfield, Commcenter, SportsON e Nikon

Apoiada na evolução do mercado do e-commerce brasileiro, a VTEX, empresa líder em tecnologia para o comércio eletrônico no país, comemora o exponencial crescimento de 100% durante o ano de 2011.

Além do desenvolvimento contínuo que vem acompanhando o mercado de e-commerce no Brasil, o que resultou na consolidação da marca no segmento, a evolução do modelo de negócio SaaS (Software as a Service) e a missão de inovação da empresa foram fatores extremamente importantes para alcançar esse cenário.

“O nosso compromisso de entregar upgrades para a plataforma VTEX E-Commerce Suite a cada 60 dias se tornou um grande diferencial. O fato de sempre disponibilizar inovações propiciou aos nossos clientes a possibilidade de estar um passo à frente”, afirma Alexandre Soncini, Diretor de Vendas e Marketing da VTEX.

Durante o ano de 2011, a VTEX chegou ao número de mais de 140 clientes ativos, incluindo a conquista de grandes marcas no portfólio, como Daslu, Schumann, Loungerie, Chilli Beans, Paquetá, Eletrocity, Marabraz, Brooksfield, Commcenter, SportsON, Nikon, entre outros.

Já para 2012, a expectativa da empresa é cada vez maior, estimando um novo crescimento de 100% e alcançando assim um faturamento de R$ 28 milhões. “Esperamos somar mais de 300 clientes ativos até o final deste ano. E, com o grande aumento da base, o investimento em novas funcionalidades será ainda maior trazendo benefícios para todos”, completa Soncini.

Para alcançar essas metas, a VTEX está reorganizando a maioria dos seus departamentos com o objetivo de aprimorar as áreas de desenvolvimento, suporte e atendimento e de pesquisa e inovação.

E-commerce Road Show by VTEX em Vitória


Com o apoio da ABRADi, APADi e iMasters, a primeira edição do E-commerce Road Show by VTEX acontecerá no próximo dia 01/03, em Vitória.

Para mais informações entre em contato pelo e-mail marketing@vtex.com.br

Aproveite a oportunidade e inscreva sua agência digital!!!


Vitória recebe evento de E-commerce para aquecer área digital na região


Organizado pela VTEX, o evento é focado no crescimento do e-commerce e na evolução do setor também na região do ES. A iniciativa partiu da ampla expansão da companhia no território brasileiro e da necessidade de difundir a cultura e oportunidades existentes no segmento.

Com o objetivo de fomentar o crescimento do e-commerce nacional e ampliar sua presença também no estado do Espírito Santo, que apresenta forte potencial para maior movimentação do universo online, a VTEX, líder em tecnologia para o comércio eletrônico, anuncia o E-commerce Road Show, que acontecerá durante todo o ano de 2012.

Os participantes contarão com a presença, no Hotel Four Towers, em Vitória, dos especialistas Alexandre Gibotti, Diretor Executivo da ABRADi e Leonardo Carrareto, Presidente da ABRADi-ES.

Entre os principais temas abordados estão: Desafios e tendências do mercado de e-commerce; Como aproveitar as oportunidades do mercado de e-commerce e Como a sua agência pode lucrar mais oferecendo serviços para lojas virtuais.

Os encontros são direcionados principalmente às agências digitais, produtoras web e consultorias locais. O evento conta com o apoio da ABRADi (Associação Brasileira de Agências Digitais) e iMasters.

A empresa marcará presença nas cidades de Salvador, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Recife, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Fortaleza, Campo Grande, Cuiabá, São Paulo, Florianópolis e Campinas.

A agenda do E-commerce Road Show, assim como as últimas notícias do evento estarão disponíveis no blog da VTEX e a partir de março no hotsite do evento.

Fonte: www.brandpress.com.br/

17/02/12

E-commerce em Road Show

O e-commerce nacional deve ganhar impulso em 2012. Organizado pela VTEX, o E-commerce Road Show, que acontecerá durante o ano, passará por cidades como Vitória, Salvador, São Paulo e Porto Alegre com o objetivo de fomentar o crescimento do comércio eletrônico brasileiro. A agenda do evento está disponível no blog da VTEX.

Fonte: www.dci.com.br

15/02/12

Evento focado em E-commerce marca presença nas principais cidades do Brasil

Organizado pela VTEX, o evento será focado no crescimento do e-commerce e na evolução do setor no mercado nacional. A iniciativa partiu da ampla expansão da companhia no território brasileiro e da necessidade de difundir a cultura e oportunidades existentes no segmento.

Com o objetivo de fomentar o crescimento do e-commerce nacional e ampliar sua presença em outros estados, a VTEX,líder em tecnologia para o comércio eletrônico, anuncia sua rodada de eventos espalhados pelo Brasil, O E-commerce Road Show, que acontecerá durante todo o ano de 2012.

A empresa marcará presença nas cidades de Vitória, Salvador, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Recife, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Fortaleza, Campo Grande, Cuiabá, São Paulo, Florianópolis e Campinas.

Os encontros, são direcionados principalmente às agências digitais, produtoras web e consultorias locais. O evento contará com o apoio da ABRADi (Associação Brasileira de Agências Digitais), APADi e Imasters.

Entre os principais temas abordados estão: Desafios e tendências do mercado de e-commerce; Como aproveitar as oportunidades do mercado de e-commerce e Como a sua agência pode lucrar mais oferecendo serviços para lojas virtuais.

A agenda do E-commerce Road Show, assim como as últimas notícias do evento estarão disponíveis no blog da VTEX e a partir de março no hotsite do evento.

13/02/12

Entrevista Sobre Plataformas De E-Commerce


Fonte: www.ecommercebrasil.com.br
João Batista Neto - Desenvolvedor engenheiro de aplicações web @iMasters

Olá pessoal,

Ao iniciar uma nova loja, ou mesmo durante seu ciclo de vida, a plataforma de e-commerce é um tema que sempre está em pauta.

Para ajudar a tirar algumas dúvidas comuns de muitos lojistas, convidamos três profissionais: Um consultor, um desenvolvedor e um vendedor:

Vinícius Pelegrini é consultor pela Nova Ecomm e-business solutions, empresa especializada em consultoria em varejo online.

Vinicius Ianni é desenvolvedor autônomo e moderador do fórum iMasters, iMasters Code e Fórum de discussões E-Commerce Brasil.

Samanta Garroux é analista comercial da VTEX, empresa líder em tecnologia para o comércio eletrônico.

Formulamos 10 perguntas sobre plataformas e todos responderam-nas individualmente, abaixo as perguntas e as respectivas respostas:

1. A primeira pergunta é básica e servirá de parâmetro para toda a entrevista: O que é uma plataforma de e-commerce?

Samanta Garroux
Uma plataforma de e-commerce é uma loja virtual, que consiste em diferentes áreas: na frente de loja onde os usuários compram, na área administrativa para gestão da loja e na estrutura para integração com sistemas externos.

Vinicius Ianni
Plataforma de e-commerce é o sistema que permite ao lojista vender seus produtos pela internet.
Contém normalmente 2 partes que são a área que os clientes tem acesso, com a exibição das mercadorias a venda, informações sobre os produtos, prazos de entrega, preços, etc..
E a parte administrativa onde é feita toda a gestão propriamente dita, como a inclusão de novos produtos, reajuste de preços, notificação de novos pedidos, etc...

Vinicius Pelegrini
È interface de relacionamento com o cliente. é uma ferramenta de alta disponibilidade,um canal de vendas onde é possível criar situações atrativa para o publico daquele canal.
A plataforma precisa ter informações clara e objetivas.

2. Venda de licença, aluguel de licença, venda de código fonte e código aberto (open source). Existem várias modalidades de distribuição e licenciamento de uma plataforma de e-commerce, como escolher a mais adequada para minha empresa, que pretende iniciar no e-commerce?

Vinicius Pelegrini
Quem responde isso é o seu próprio plano de negócios, ele quem vai direcionar com clareza. Sua plataforma tem que estar bem alinhada com seu plano comercial, estratégia de marketing e comunicação, custos e gestão da capacidade de operação.
Se tudo isso estiver muito bem esclarecido a decisão de escolha da plataforma se torna obvia.

Samanta Garroux
O ideal é escolher a solução que atenda as suas necessidades atuais e que permitirá o seu crescimento e evolução, à medida que em pouco tempo você precisará de flexibilidade e de funcionalidades para o seu nicho de mercado. No modelo SaaS (software como serviço), que vem ganhando destaque no mercado, a infra-estrutura, servidores, conectividade e segurança da informação são de responsabilidade do fornecedor, o sistema fica na "núvem", o cliente a utiliza por meio da internet, pagando um valor pertinente ao uso. Sales Force e Gmail são exemplos de soluções SaaS.

Vinicius Ianni
A escolha mais adequada se dará após o levantamento todas as informações possíveis sobre o seu negócio e qual o orçamento disponível para o investimento. Para todas as opções levantadas, temos excelente produtos, alguns tem a possibilidade de serem extremamente personalizados, outros nem tanto.
Dizer que só porque está iniciando no e-commerce, pode escolher uma solução mais simples ou mais barata, pode não ser a melhor alternativa, pois é preciso observar qual a possibilidade de crescimento do e-commerce nos próximos meses, se a solução escolhida aguentaria a demanda, e vários outros fatores que durante a analise permitem determinar qual a solução mais adequada, para que tenha um bom e-commerce, que possa aguentar a curva de crescimento, e que não cause transtornos para o cliente por não aguentar a demanda (sistema fora do ar, entre outras causas).

3. Muitos dizem que as plataformas open source são "grátis" e, por isso, são uma boa opção para uma pequena empresa iniciar no e-commerce. Isso é verdade? é possível iniciar um e-commerce com custo zero de plataforma?

Samanta Garroux
Não existe custo zero. O download do código open source é grátis, mas alguém terá que fazer a implantação, customizar e sustentar essa solução para mantê-la disponível sempre evoluindo e apresentando diferenciais competitivos.

Vinicius Ianni
Custo zero não existe, sempre terá um custo, ele apenas seria minorado ao se escolher uma plataforma gratuita, mas ainda existem aspectos como serviço de hospedagem, treinamento do funcionário que cuidará do sistema, eventual integração com o sistema que faz a gestão da loja física.
Note que open source não significa que seja gratuito, e sim, que o código fonte é livre para modificações, tornando-o possível de ser personalizado para melhor atender as necessidades do lojista, neste caso.

Vinicius Pelegrini
Não, praticamente impossível, mesmos as open soucer tem seus custos, é necessário contratar hoosting, servidor, erp. Equipe, meios de pagamento e certificados de segurança.
Não existe almoço grátis!

4. Se "uma imagem vale mais do que 1000 palavras", várias imagens valem mais do que vários milhares de palavras. Qualquer plataforma oferece a possibilidade de adicionar várias imagens ou vídeos dos meus produtos? Isso é realmente eficiente e me ajudará a vender mais?

Samanta Garroux
Uma imagem de qualidade com certeza ajudará a vender mais, assim como a descrição do produto, vídeos e recomendações também trazem muito resultado. Todas elas são ferramentas para ajudar o e-consumidor a se interessar mais pelo produto e tomar sua decisão.
Identificando o seu público, você estabelecerá se deve adicionar várias imagens ou optar por um layout mais clean. Uma plataforma flexível permite que você faça testes com mais de uma opção, o chamado teste AB, para avaliar qual traz melhores resultados.

Vinicius Ianni
O uso de imagens para o auxilio nas vendas é sim, possível por todas as plataformas que conheço, mas note que colocar inúmeras fotos do produto e nenhuma descrição terá o mesmo efeito de colocar um produto para venda apenas com textos. é necessário passar informações referentes aos produtos que uma foto pode não capturar ou não deixar isso muito claro.
Por exemplo, se o lojista vende moveis, por mais fotos que existam sobre um determinado móvel, o cliente pode estar buscando apenas as medidas desse móvel, e um texto contendo essas informações será mais eficiente do que o cliente ter que procurar em várias fotos qual delas exibe as medidas. Sem falar nos sistemas de busca que visualizam apenas textos e poderiam não indexar o produto em questão se este possuir apenas fotos e a loja estiver mal otimizada para os buscadores.
Algumas lojas tem se utilizado do uso de vídeo para apresentar de uma forma melhor ou diferenciada seus produtos, é um recurso muito interessante, e pode ser usado sim desde que com bom senso.
Precisamos imaginar que o cliente pode acessar a loja pelas mais diversas formas de conexão e dispositivos, então precisamos entregar a informação que ele procura da melhor forma possível, independente de onde, como e qual o tempo disponível ele tem para fazer esse acesso.
Por isso uma loja que possui bons textos descritivos, boas fotos, e até mesmo bons vídeos, estará assim, cobrindo o maior numero possível de possibilidades de entrega da informação que o cliente busca.

Vinicius Pelegrini
Não são todas que contém essa tecnologia, mas com as imagens e vídeos facilita mais a vida do cliente. Ele conseguira ver as reais dimensões e propriedades do produto.

5. Me disseram que uma plataforma de e-commerce deve ser flexível, o que significa isso?

Vinicius Pelegrini
Entendemos que a flexibilidade da plataforma abrange 4 pontos principais:

1-Infraestrutura: A capacidade de trabalhar com sazonalidades, sem alterar sua estrutura.
2-Layout.
3-Novas Funcionalidades: Agilidade e implantar novas ferramentas.
4-Integração com Novos Sistemas: Integrar facilmente com meios de pagamentos, rede sócias, etc.

Vinicius Ianni
Quando usam esse termo, normalmente estão se referindo as possibilidades de customização do layout, integração com vários meios de pagamento, com o sistema de gestão que já é utilizado pelo cliente na sua loja física, entre outros fatores.

Samanta Garroux
Flexível no sentido de permitir que você adéqüe as suas estratégias de venda e marketing livremente. Com a concorrência cada vez mais acirrada, a agilidade em realizar promoções e modificar elementos da loja virtual extremamente importante para diferenciar-se dos concorrentes.

6. Existem diferenças entre uma plataforma de e-commerce para vender para o consumidor final (B2C) de uma para vender para uma revenda (B2B)?

Samanta Garroux
Existem diferenças de acordo com as regras de negócio de cada lojista, independente de ser B2B ou B2C.

Vinicius Ianni
Genericamente falando, as diferenças são muito poucas e uma plataforma padrão poderia atender as vendas para consumidor final ou entre empresas com a mesma eficiência. Mas note que como são modos de venda distintos, ambos com suas particularidades, é necessário observar se o sistema escolhido atende também essas particularidades.

Vinicius Pelegrini
Tecnologicamente não existe diferença alguma.
Mas há divergências no modo de compras, políticas de desconto associado ao produto, acesso restrito (CPF; CNPJ), produtos exclusivos, parametrização de regra de negócios e também a questão tributária.

7. Já tenho um sistema integrado de gestão empresarial (ERP), devo me preocupar com isso na hora de escolher uma plataforma de e-commerce?

Vinicius Pelegrini
Não necessariamente, mas de forem sistemas que já se comunicam facilita.

Samanta Garroux
Sim! Quando a plataforma não é aberta para integração, a Integração com ERP exige um trabalho a "quatro mãos". Converse com seu fornecedor de ERP para saber se integra com a tecnologia pretendida e qual será o custo e o tempo de integração.

Vinicius Ianni
Acredito ser muito mais prático do ponto de vista da gestão e manutenção do negócio se a plataforma escolhida permitir essa integração, afinal, não terá a duplicação de trabalho ao cadastrar novos produtos, reajustar valores, controlar o estoque, emitir relatórios de venda, entre outras atividades rotineiras.
A duplicação de trabalhos além de custar um tempo precioso, também pode gerar inconsistências nas informações, imagina um dos sistemas vender um produto que não está mais em estoque ?
Independente da origem do cliente, ao ser informado que o produto escolhido não está disponível, e por isso a entrega não será feita ou irá atrasar, a frustração com a compra irá ocorrer, bom como a busca por um novo fornecedor do produto em questão.

8. Depois da instalação de uma plataforma de e-commerce, como meus clientes ficarão sabendo que vendo online? Tudo o que posso fazer está relacionado à marketing ou a plataforma deve oferecer algum recurso para ajudar a divulgá-la? Como aparecerá nos mecanismos de busca (Google, Bing, etc)? Redes sociais ajudam?

Vinicius Ianni
Existem várias ações a serem tomadas, e o fato da plataforma escolhida estar otimizada com recursos que auxiliem na otimização para os buscadores é uma delas. é possível por exemplo, colocar o site do e-commerce em todo material impresso usado pela loja física, em anúncios feitos em revista ou jornal, colocar um aviso dizendo que também vende pela internet, realizar uma campanha publicitária usando o Adwords, por exemplo.
Redes sociais ajudam sim, mas independente da plataforma e do meio de divulgação escolhido, é necessário divulgar onde seu cliente está, ou seja, de nada adiantará realizar uma campanha no Twitter, se o seu publico está no Facebook.
é preciso ver também qual a origem dos visitantes do site, para saber onde será mais eficiente a campanha. Além é claro, de cadastrar o e-commerce nos vários mecanismos de busca e comparadores de preços existentes.

Samanta Garroux
O recursos gratuitos e/ou o pagos, devem estar relacionados e ter harmonia com o marketing e a plataforma:

Gratuito: Busca orgânica que coloca a sua loja em evidência, neste caso depende das boas práticas de desenvolvimento, desde os códigos fontes da plataforma, nomeação de fotos, extensões, links e hiperlinks que direcionarão para sua página, até a definição da árvore de categorias e organograma do seu site.
Pago: Link patrocinado e compra de palavras-chaves são outros recursos de marketing digital, muito usados para conseguir um bom posicionamento nos buscadores.

Nos dois casos, tenha uma orientação de um profissional experiente ou de uma Agência. As redes sociais, entre diversos outros canais de divulgação, ajudam e muito, pois estão em crescimento constante e ganhando cada vez mais força na decisão de compra.

Vinicius Pelegrini
Após a instalação da loja, da-se inicio ao plano de mídias,além disso uma plataforma bem estruturada, e com recursos alinhados com otimização do site pra mecanismos de busca ajudam e muito na busca orgânica. Rede sócias são aliadas, se bem trabalhados trazem excelentes resultados.

9. é possível fazer um monitoramento de tráfego e, assim, saber de onde meus clientes estão vindo e o que estão comprando para, então, direcionar o marketing para públicos específicos?

Samanta Garroux
Depende da plataforma. Uma boa plataforma pode inclusive detectar os produtos que os seus clientes visualizaram e se, a venda não se concretizar, existem ferramentas para trabalhar o remarketing de carrinhos abandonados, trazer o cliente de volta para a loja e incentivá-lo a finalizar a compra.

Vinicius Ianni
Sim, é perfeitamente possível realizar esse tipo de monitoramento, algumas plataformas oferecem esse recurso nativamente, outras permitem que seja usado o Google Analytics por exemplo para realizar isso.

Vinicius Pelegrini
Sim é possível o Google analytics monitora trafego, para direcionar campanhas precisa-se de um integração sólida com a plataforma.

10. Por que eu deveria escolher a sua plataforma de e-commerce? O que cada perfil de loja precisa levar em conta na hora de escolher uma plataforma?

A - Tenho uma empresa que ainda não vende online e quero começar agora.

Samanta Garroux
Líder em tecnologia para e-commerce, garantimos a evolução da plataforma, investimos em tecnologia e entregamos novas funcionalidades a cada 60 dias. Temos em nosso DNA a inovação e o comprometimento com o resultado para o cliente.
A VTEX tem a solução indicada para quem quer iniciar no e-commerce, com toda estrutura necessária para manter e alavancar as operações de vendas online. A Versão Starter da VTEX E-commerce Suite comporta uma loja virtual com até 30 pedidos por dia e 75 mil visitantes por mês usando a mesma tecnologia de grandes empresas como Walmart, Polishop, Nokia, Glamour, Calçado Online, Sawary Jeans, entre outros.

Vinicius Pelegrini
O plano de negocio da empresa, irá guia-lo ,buscando ferramentas alinhadas com a
estratégia de negocio, infra estrutura e evolução tecnológica(novas funcionalidades e
ferramentas) facilitam na escolha.

Vinicius Ianni
Nesse perfil, uma plataforma amigável, que seja o mais completa possível para as necessidades atuais do lojista, que permita uma rápida implantação, e que seja escalável, pois provavelmente serão necessários novos recursos ou funcionalidades a medida que o e-commerce cresça.

B - Tenho um e-commerce com um faturamento ainda pequeno, mas com tendência de crescimento a curto prazo.

Vinicius Pelegrini
Esse é uma etapa delicada, pois é muito traumático uma mudança de plataforma, é como trocar o pneu com o carro andando.Por isso na avaliação de uma contratação de plataforma deve se levar muito em consideração a questão de evolução na plataforma.O ideal é buscar parceiros que estejam preparados para crescer junto com você.

Vinicius Ianni
Um sistema que ofereça todos os recursos necessários e seja o mais completo possível, escalável, e que o serviço de hospedagem do sistema permita esse crescimento, mesmo em situações de pico.

Samanta Garroux
A VTEX proporciona uma ferramenta flexível e um bureau de soluções que permite o seu crescimento estruturado, contínuo mantendo você focado em seu negócio. A Versão Professional atende quem tem uma loja virtual com até 500 pedidos por dia e até 1 milhão de visitantes por mês.

C - Tenho um e-commerce de grande porte e minha plataforma atual não está suportando o volume.

Vinicius Ianni
Uma solução mais completa e sofisticada, e que será dividida em 2 partes, o sistema em si, terá de ser o mais robusto possível, em alguns casos até mesmo um sistema personalizado para poder atender todas as necessidades do lojista, e também um bom serviço de hospedagem, ou servidores dedicados, pois com o aumento de demanda, mais recursos de hardware se fazem necessários, por isso, é recomendável a contratação de um especialista para melhor diagnosticar e apontar qual a melhor solução.

Samanta Garroux
Com a VTEX E-commerce Suite - Versão Unlimited, você tem tudo que uma plataforma de e-commerce world-class pode oferecer, sem limite de acessos e pedidos e em constante evolução tecnológica. Temos diversas operações de grande porte com altíssima escalabilidade e disponibilidade e uma solução que não deixa nada a desejar quando comparada às soluções líderes do mercado mundial.

Vinicius Pelegrini
Para suporta um e-commerce de grande porte, são necessários muitas tecnologias (infraestrutura, cacha, akamai e etc..), não só a plataforma.O ideal é se espelhar em
grandes players de marcado, lembrando sempre que a regras comercias no Brasil são
diferente do resto do mundo. Por isso temos que buscar soluções muito estressadas
dentro da realidade nacional. 





Novo vídeo "VTEX vs Outros" com a participação de Paola Oliveira

Assistam ao novo vídeo "VTEX vs Outros - VTEX Cluster" com a participação especial de Paola Oliveira:


Os vídeos anteriores estão disponíveis em nosso site, acessem e assistam http://www.vtex.com.br/

10/02/12

Facebook: Na mira de empresa de comércio virtual

A desenvolvedora de tecnologia para o e-commerce VTEX adquiriu parte da americana The Fan Machine, especializada em sorteios e concursos no Facebook. O negócio faz parte do plano de expansão da brasileira, rumo à América Latina e visando uma convergência maior entre e-commerce e ações em mídias sociais, segundo Mariano Gomide de Faria, presidente da VTEX.

Atendendo 150 clientes, como Nokia, Walmart e Drogaria Araújo, foi comercializado cerca de R$ 1,5 bilhão nos sites que rodam nas plataformas da empresa. A VTEX não revela o valor da negociação, mas espera dobrar o faturamento para R$ 28 milhões neste ano. A primeira parte do plano focará a ampliação da base de clientes. Em fevereiro, abrirá o escritório da Argentina, que poderá atender o Chile. Entre junho e julho, a empresa vai para a Colômbia. A segunda parte será voltada para integrar comércio virtual às redes sociais e aumentar a captação de novos consumidores.

“Nossa aposta é que o marketing pode migrar dos canais tradicionais, como o Google, para uma captura dentro do Facebook.” A Fan é a única Preferred Development Consultant (Consultora Preferida de Desenvolvimento) do Facebook para a América Latina. O concurso na página do Facebook da concessionária SGA Toyota, de Niterói, no ar na noite de sexta, é um exemplo da ferramenta da Fan. A promoção instigava motoristas a contar histórias interessantes sobre o carro. Os que recebessem mais “curtir” ganhavam um bônus de R$ 1.000 para comprar acessórios da marca. Também já utilizaram a Samsung, o jornal argentino “Clarín” e a Unicef.

A sinergia entre as plataforma não foi criada. Mas, para Faria, pode ser assim: um consumidor topa divulgar um produto para um grupo de pessoas em seu Facebook; se conseguir, recebe desconto na loja virtual da empresa. A VTEX tem até R$ 12 milhões para comprar duas empresas neste ano e planeja parcerias com universidades para desenvolver algoritmos de sugestão de compra.


Fonte: www.folha.com.br

08/02/12

Associados ABRADi já contam com benefícios exclusivos da VTEX

VTEX inicia parceria como colaboradora da ABRADi, com o objetivo de oferecer benefícios exclusivos aos associados e aos seus clientes através da aproximação com as agências digitais.

Buscando incentivar a criação de um ecossistema sustentável entre seus clientes e as agências digitais, a VTEX líder em tecnologia para o comércio eletrônico, firmou uma parceria com a ABRADi (Associação Brasileira das Agências Digitais). As agências que quiserem saber mais sobre como tornar-se gratuitamente um afiliado podem acessar: http://store.vtex.com.br/index.php/afilie-se.

Com a parceria, além dos benefícios disponíveis a todos os afiliados, os associados da entidade terão condições especiais para aderirem ao programa de afiliados da VTEX. O pacote de benefícios exclusivos conta com: crédito extra de R$ 25.000,00 por ano para utilizar como forma de pagamento do set up de qualquer versão da plataforma VTEX E-commerce Suite, a plataforma de comércio eletrônico da companhia; programa de aprendizado contínuo através de cursos e material de apoio; conteúdo especializado e exclusivo sobre e-commerce; além de desconto no set up das versões do VTEX E-Commerce Suite para os clientes que contratarem a VTEX e uma agência associada à entidade;

A expectativa da VTEX é incentivar que as agências digitais associadas à entidade possam expandir seu portfólio de produtos e atender uma demanda do mercado de comércio eletrônico com muito mais segurança e qualidade. Além disso, os afiliados poderão desenvolver extensões e oferecê-las através da VTEX Store (http://store.vtex.com.br) para todos os clientes que utilizam a plataforma VTEX.

Para Alexandre Soncini, diretor de vendas e marketing da VTEX, o programa de afiliados irá propiciar novas oportunidades para as agências digitais. “Estamos propiciando a essas agências a oportunidade de criar frente a uma plataforma de e-commerce madura e atualizada constantemente, direcionando a agência para trabalhar focada no que ela sabe fazer de melhor, além de oferecer a interação com nosso hall de clientes, que sempre estão dispostos a investir em inovações que aumentem os resultados de suas lojas virtuais”, afirma.

Monitoramento de mercado é assunto em Quinzena Temática do E-Commerce Brasil

Terceira quinzena temática começa no dia 13 de fevereiro e irá contar com um café com apresentação de cases, workshop e pocket com o resumo da quinzena.

Para proporcionar um mercado mais competitivo e com crescimento sustentável do comércio eletrônico nacional, o Projeto E-Commerce Brasil, oferecido por iMasters, Abril e IBM, anuncia a “Quinzena de Monitoramento”, do Calendário de Atividades E-Commerce Brasil 2012.

Dividido em 20 quinzenas temáticas, o calendário aborda os principais pontos a serem debatidos no comércio eletrônico brasileiro, visando não só o desenvolvimento contínuo do setor, mas também a busca incessante pela excelência.

A “Quinzena de Monitoramento” é a terceira que ocorre no ano, e irá abordar uma série de temas que disseminem a importância de monitorar o segmento de mercado em que a loja virtual está inserida, durante atividades como um café que apresentará cases do assunto, um workshop e, no final, um pocket com o resumo de tudo o que foi apresentado.

A quinzena começa no dia 13 de fevereiro e vai até o dia 24 do mesmo mês. Os períodos temáticos anteriores abordaram Checkout e Estoque & Abastecimento. A “Quinzena de Monitoramento” é oferecida pela Scup e pela Sieve.

O projeto E-Commerce Brasil é mantido pelas empresas: Grupo iMasters, Grupo Abril, IBM, Accurate, Allin, Aunica, BuscaPé Company, Buy Buy, Café Azul, Certisign, Ciashop, ClearSale, CNT Log, Cobre Bem, Comenta, Completa Logística, Dotstore, dp6, eNext, ExactTarget, Hybris Software, Internet Innovation, JET e-Commerce, KPL Soluções, Locaweb, Mercado Livre, MercadoPago, Moip, NeoAssist, Nova eComm, PayPal, Profite, Pukis, RedFeet, Scup, Sieve, Site Blindado, Softvar, Tuilux, Uniconsult Sistemas, Virid e VTEX.

O Calendário de atividades E-Commerce Brasil 2012 pode ser encontrado no site:http://www.ecommercebrasil.com.br/calendario/

Agenda Quinzena Estoque & Abastecimento

14 de fevereiro 2012 – Café com Cases de Monitoramento

15 de fevereiro de 2012 – Workshop de Monitoramento

24 de fevereiro de 2012 – Pocket de Monitoramento

07/02/12

VTEX na Época Negócios - Comendo pelas Bordas

A invasão dos pequenos e microempreendedores já movimenta R$ 2 bilhões na internet. Serão eles os vencedores da guerra eletrônica?

... Até quem não é especializado nos pequenos está de olho neles. A VTEX é uma desenvolvedora de plataformas para comércio eletrônico, cujos clientes são em sua maioria médias ou grandes empresas (como Walmart, Nokia e Polishop). “Mas a gente vem descendo”, diz o cofundador Mariano Gomide. Em 2011, 60% dos R$ 14 milhões de faturamento vieram de companhias de porte médio para baixo. A VTEX é atraente para os pequenos porque oferece sua plataforma de e-commerce na “nuvem” – não é necessário ter uma estrutura física no cliente. As atualizações são feitas automaticamente e as melhorias podem ser compradas diretamente de desenvolvedores e instaladas com poucos cliques. Além da plataforma “para as lojinhas”, como diz Gomide, a empresa prepara um pacote para os ainda menores – como Deborah, da Camomilah. A previsão é dobrar o número de clientes (hoje são 141) até o fim do ano, com igual aumento de receita. A meta é que, até 2015, o número se aproxime dos R$ 100 milhões. Parece muito? “Se chegarmos a mil clientes, teremos só uma pequena fração do mercado. Estamos num momento no qual o potencial é quase infinito em relação à situação atual do e-commerce”, diz Geraldo Thomaz, o outro sócio da VTEX. Essa previsão otimista só depende de empreendedores como Deborah. E há cada vez mais deles.

Fonte: Época Negócios


06/02/12

VTEX de casa nova no Rio de Janeiro

Pessoal,

Para atender nossos clientes com mais eficiência e proporcionar uma melhor estrutura de atendimento, a equipe VTEX Unidade Rio de Janeiro está atendendo em um novo endereço, na Praia do Botafogo.

Conheça um pouco da nova unidade:





Mídia social pode impulsionar ganho do varejo

O boom das mídias sociais no Brasil, com empresas como Facebook, Twitter, Orkut, fora os blogs, tende a atrair cada vez mais a atenção das redes varejistas, interessadas inclusive em aumentar suas receitas por meio do comércio eletrônico (e-commerce). O uso dessas mídias tem aumentado e elas tornaram-se febre entre a população mundial, fora que são canal direto entre o consumidor e o empresário. Com a ampliação de seus serviços para o ambiente on-line, supermercados, lojas de roupas, acessórios e redes varejistas em geral aproveitam o momento, em que só no ano passado os brasileiros gastaram cerca de R$ 20 bilhões na compra pela Internet. Para este ano, a previsão do setor é crescer ao menos 50%

Estudo da KPMG Internacional sobre o assunto aponta que o Brasil é o quarto País com presença intensa nessas mídias, tendo 69,1% das empresas participantes da pesquisa com perfis ativos nas redes sociais. O País perde apenas para a China com 82,7%, Estados Unidos com 71,5% e para a Índia que possui 70,2% de suas empresas conectadas a algum tipo de mídia social. Tiago Cordeiro, consultor de redes sociais, explica que, muito mais que estar presentes nessas redes, os varejistas podem aumentar a rentabilidade e devem estar atentos às necessidades dos internautas, mesmo que eles não sejam consumidores assíduos da marca. "O consumidor da loja física é diferente daquele que compra on-line. Para conquistar o cliente virtual é necessário ter mais que promoções expostas nessas redes, é ter conteúdo que qualidade que faça com que esse internauta vire um seguidor. Feito isto, o consumo será consequência", diz.

A informação é confirmada pelo diretor da PGeC, empresa especializada em soluções em e-commerce e redes sociais. "É necessário criar perfis que atraiam o interesse desses clientes considerados público alvo das instituições, e que se encaixem no conceito da empresa", enfatiza. Leão acredita também que, mais que ofertas, os seguidores de redes varejistas procuram por informações complementares sobre os produtos, assim como a opinião de outros internautas antes de concretizar a compra. "As pessoas não querem só promoções, querem informações úteis", complementa o especialista.

Atualmente com 20 clientes ativos, a PGeC quer dobrar seu faturamento ao longo deste ano e aponta o Facebook como o canal mais viável. "Acredito que o mercado de redes sociais e soluções para e-commerce se manterá aquecido por pelo menos mais cinco anos. Dentre todas as redes sociais atualmente em operação, o Facebook é aquela que tem aplicativos melhores para as empresas, além de contar com anúncios que auxiliam a prospecção de seguidores", explica ele. Dentre as empresas que ele atende, citou como exemplo a Delá, loja de produtos para decoração que, além do Facebook, tem como aliado em suas vendas um blog chamado Coisas de Lá. Nesse ambiente, o consumidor encontra histórias sobre os objetos, encomendados pelos seus clientes, sobre o local de origem, agrega maior valor ao que é comercializado. Antes de se render a grandiosidade das redes sociais, é necessário também definir qual canal terá maior retorno, explica Tiago Carneiro. "O primeiro a utilizar de forma positiva as redes foi o Submarino, que tem foco maior no público do Twitter."

Ainda segundo o especialista, um bom exemplo de interatividade entre consumidor/fornecedor é o do Pontofrio, que consegue atingir um público diferente em suas redes sociais, dos vistos em suas lojas físicas. Outra empresa com um case de sucesso em mídias sociais é o Magazine Luiza, que além de criar um personagem, lançou recentemente o Magazine Você. A ideia é que os internautas do Facebook montem sua própria loja virtual e faturem de 2,5% a 4,5% em comissão na venda de produtos. Menos de 15 dias após o lançamento, a empresa viu dobrar sua previsão inicial, para 20 mil canais de vendas virtuais.

Investimento

Para se ter um perfil ativo é necessário ter ao menos três colaboradores que lidem apenas com a comunicação: empresa/cliente. "A empresa que se inserir nesse ambiente deve ter uma equipe especializada e o investimento para isso fica em torno de R$ 10 a R$ 20 mil", explica o consultor Cordeiro.

Primeiro é necessário entender o que a empresa quer atingir ao abrir esse canal direto, depois fidelizar esse internauta. Além disso, segundo Cordeiro a maior dificuldade das redes varejistas já inseridas nessas redes é de atender de forma efetiva as reclamações. "Muitos consumidores têm usado os perfis dessas grandes redes para reclamar de produtos com defeitos, demora na entrega. Isso faz com que o monitoramento 24 horas por dia e sete dias por semana sejam fundamentais", enfatiza o consultor que também afirmou que todos esses cuidados são fundamentais para que os grandes varejistas como: Pontofrio; Magazine Luiza, Sonda Supermercados tenham lucratividade e retorno do investimento.

Tecnologia

Recentemente, especialistas em varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Deloitte touche Tohmatsu apresentaram aos empresários brasileiros o que é tendência no exterior para fazer com que o varejo cresça nos próximos anos. A tecnologia foi o ponto de maior destaque, pois com a crescente classe consumidora, sendo elas C e D no País e adepta as facilidades tecnológicas, serão as responsáveis pelo incremento no varejo nos próximos cinco anos. O formato multicanais - lojas físicas e virtuais - são as que mostrarão maior rentabilidade.

Segundo Reynaldo Saad, especialista da área da Deloitte, as redes que contam com multicanais devem estar totalmente interligadas com as redes sociais. "Aplicativos para smartphones - celulares com acesso à Internet- devem estar entre os investimentos, assim como a integração das lojas virtuais com as mídias sociais", enfatiza. Desta forma as redes conseguirão atingir um número maior de consumidores e fidelizar esses clientes. Ainda para o especialista, as empresas devem estar atentas ao que disponibilizam na rede para que, quando o consumidor visitar o ambiente on-line, a experiência seja positiva.

"É necessário aplicativos confiáveis e ter um interlocutor preparado para ser um intermediário eficiente." As grandes redes que possuem lojas virtuais utilizam buscadores - sites agregadores que comparam ofertas disponíveis na Web - para ter maior visibilidade. Recentemente o Google disponibilizou no Brasil o Google Shopping, que concorre com o Buscapé, entre outros. Segundo Alexandre Soncini, diretor de Vendas e Marketing da VTEX, que é uma provedora de tecnologia para e-commerce, com a entrada desse player, o varejo crescerá mais. "Com essa nova ferramenta os varejistas terão mais visibilidade e vendas", diz.

Fonte:  http://www.dci.com.br/

03/02/12

Qualidade de ponta a ponta

Lojas de e-commerce passam a investir no relacionamento em todas as fases da venda.

» Alexandre Soncini
Fonte: www.clientesa.com.br
Com os clientes mais exigentes, as empresas de comércio eletrônico se viram diante da necessidade de oferecer qualidade no atendimento em todos os momentos da venda. "Desde o pré-venda onde se pode ajudar o cliente a escolher, ao oferecer o maior número de informações e canais possíveis, até a pós-venda para ajudar com um pedido realizado", explica Alexandre Soncini, diretor de vendas e marketing da Vtex. E cada cliente deve ser tratado como único individuo interessado em comprar um produto, independente do canal de venda, de acordo com o executivo.

"Com a entrada de cada vez mais lojas no e-commerce, o preço não será mais o grande diferencial e nesse sentido todas as empresas investem bastante no atendimento ao cliente para se diferenciarem no mercado", pontua o diretor. "Tivemos um grande número de novos consumidores realizando sua primeira compra on-line. Também percebemos o amadurecimento dos compradores com relação aos produtos, marcas e lojas virtuais e as redes sociais também ajudaram bastante a evoluir esse público", complementa.

Soncini destaca ainda a grande evolução do setor de e-commerce no Brasil em 2011. "Podemos dizer que em 2010 estávamos a 3 ou 4 anos atrás dos países mais evoluídos nesse assunto, como EUA e Inglaterra, e no último ano conseguimos acelerar muito e tirar grande parte desse ´atraso´. Hoje não deixamos mais nada a desejar em relação a tecnologia para e-commerce no Brasil", afirma. O executivo aponta que a tendência é que 2012 seja ainda melhor com a consolidação definitiva do setor e entrada dos grandes players que ainda estão faltando.